domingo, 1 de setembro de 2013

Fotonovela

Viva a amizade.
Ser feliz é o mais importante.

A chegada da fotografia no Brasil

No Brasil, a história da fotografia começa em 1839, com a chegada do daguerreótipo (uma das primeiras formas de reprodução fotográfica) ao Rio de Janeiro. Neste equipamento, a imagem era formada sobre uma camada de prata polida, aplicada sobre uma placa de cobre e sensibilizada em vapor de iodo.
O Imperador Dom Pedro II, um fotógrafo apaixonado, também contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da arte no país. Em viagem a Paris, em 1840, comprou um daguerreótipo e, com menos de 15 anos, já registrava as primeiras impressões sobre o Brasil através do equipamento.
O século XX, mais precisamente a década de 1940, é considerado um momento de virada na estética moderna da fotografia brasileira, em que a produção começou a deixar o aspecto documental para se tornar uma expressão artística.
Nesse período, os fotógrafos passaram a realizar experimentações com as artes plásticas. Também entre os períodos de 1940 e 1950, tem início a produção do fotojornalismo em revistas e jornais como O Cruzeiro, Manchete e Última Hora.
Junto com a expansão do mercado profissional de fotografia nos anos de 1950 e 1960, museus e galerias de arte recebiam cada vez mais trabalhos, que oscilavam entre documentais e experimentais.
Entre os nomes mais importantes do Brasil nesta área está o de Sebastião Salgado, conhecido internacionalmente. Repórter fotográfico desde a década de 1970, o artista ficou conhecido por ensaios temáticos dedicados às questões sociais e a realidade brasileira.

Inventor da máquina fotográfica

Ao longo da história, diversas pessoas estudaram meios para armazenar imagens de uma forma diferente da pintura. A primeira experiência foi a do italiano Giovanni Baptista Della Porta que, em 1558, criou a câmara escura, uma caixa preta que capturava a imagem através de um pequeno buraco e a armazenava dentro dela.
Muitos inventores seguiram as pesquisas e, em 1839, o francês Louis Jacques Daguerre, apresentou o daguerreótipo. A máquina consistia na câmara escura de Della Porta, que armazenava a imagem em uma placa de bronze prateada e que, aquecida ao vapor de iodo formava sobre a placa uma camada de iodeto prateado.
Essa placa era exposta à luz solar por cerca de 10 minutos e depois revelada em vapor de mercúrio aquecido, que aderia à imagem os pontos luminosos que haviam sido capturados. Não havia a possibilidade de fazer cópias, o material era pesado e caro. Mesmo assim, a fotografia caiu no gosto dos franceses.
Com isso, o mercado sofreu, ao longo do tempo, uma crescente evolução tecnológica que gerou o filme colorido e a câmera digital, sempre deixando-as mais leves e portáteis. A tecnologia digital mudou paradigmas do mundo da fotografia, minimizando custos e etapas, acelerando processos e facilitando a produção, manipulação, armazenagem e transmissão de imagens pelo mundo.